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Prontos para iniciar viagem!

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Mesmo que voes, um dia perderá as asas. Isso mostra o quanto és frágil. Mas, enquanto voas, pode ir aonde queres. Isso mostra o quanto és livre.

— Kitsune Faherya

Decidimos que era hora de embarcarmos numa viagem.
A Porto Outside tem sido a vossa companhia nas vossas viagens e aventuras, mas desta vez decidiu que, através deste blog, será também um viajante.
Neste “Diário de Bordo” serão partilhadas histórias, lendas e curiosidades sobre os vários locais que fazem parte do nosso roteiro.
Iremos partilhar convosco as nossas aventuras, viagens e experiências, na esperança que também vocês embarquem connosco.
Prontos para seguir viagem?!

“Do frango capão a perna e da galinha o peito”

Capão in Verdadeiro Olhar

Nem só de mobiliário vive Paços de Ferreira e, na realidade, a gastronomia é um fator de destaque neste concelho, mais concretamente falando do Capão à Freamunde.

No ano em que se comemoram 300 anos da instituição da criação desta ave por D.João V, muitos foram os eventos realizados à volta desta celebração.
E, para que esta comemoração encerre “em beleza”, nada melhor do que passar pela 14ª Semana Gastronómica do Capão à Freamunde, que termina já no próximo dia 13.
Nesta edição, são 14 os restaurantes onde poderá degustar esta iguaria.
Também no dia 13 se cumpre a tradicional Feira dos Capões, onde se expõem e vendem os melhores espécimes, havendo mesmo o concurso do melhor capão vivo.

Fica, por isso, o convite para que venha connosco conhecer mais um pouco de Paços de Ferreira. Das suas tradições, gastronomia e história.
E para vos aguçar ainda mais a curiosidade, aqui fica a receita do “Capão à Freamunde”:

Ingredientes: Capão; Vinho branco; Sal q.b.; Limão; Alhos; Vinho do Porto; Azeite; Pimenta ou piripiri; Cebolas; Manteiga ou gordura animal; Farófia; Salpicão; Presunto

Embriaga-se o capão, com um cálice de vinho do Porto e passada meia hora, mata-se, depena-se, abre-se e lava-se. Depois de estar em água fria com rodelas de limão, cerca de uma hora, põe-se a escorrer e mergulha-se em “vinha d’alhos” ficando assim 24 horas. No dia de o consumir, põe-se ao lume uma caçarola com azeite, gordura de porco e cebolas às rodelas. Quando a cebola está estalada, deita-se uma boa colher de sopa de manteiga, meio quartilho (2,5 dl) de vinho branco e vinho do porto sal q.b.. Escorre-se o capão, esfrega-se todo com este novo molho. Antes de meter no forno recheia-se com o seguinte picado refogado: azeite, cebola, alho, miúdos do capão, presunto, salpicão, chouriço de carne, carne de vaca, vinho branco, piripiri, louro, salsa, etc. Depois de guisado é passado e bem misturado com “farófia” no resto do molho de guisar para ligar bem. Enche-se a barriga do capão e cose-se. Coloca-se na “pingadeira” de barro, e leva-se ao forno a assar lentamente (cerca de 3h), coberto com papel de alumínio para não queimar demais, deve picar-se com um garfo de vez em quando, ao mesmo tempo que se rega com o molho da assadeira e vinho do porto. A operação de picar com o garfo deve ser cuidadosa para não ferir a pele que deve ficar estaladiça e loura. Meia hora antes, tira-se o papel para alourar. Acompanha-se com batatas assadas e grelos.
in https://www.cm-pacosdeferreira.pt/index.php/capao-a-freamunde

O Lar do Guerreiro

Vista panorâmica da Citânia de Sanfins
Guerreiro

Paços de Ferreira não é apenas a Capital do Móvel.
Apesar deste “rótulo” marcante, este concelho encerra em si vários pontos de interesse, sendo um dos de maior destaque a Citânia de Sanfins, importante marco da cultura castreja de todo o noroeste peninsular.

Localizada num dos pontos mais altos do concelho de Paços de Ferreira, a Citânia de Sanfins começou a ser ocupada no século III a.C., tendo a sua ocupação terminado por volta do século IV d.C. Com uma área de cerca de 18 hectares, as escavações efec­tuadas deixaram à descoberta cerca de 150 habitações de planta circular e quadrangular, agrupadas em cerca de 40 conjuntos de unidades familiares.

As primeiras escavações na Citânia de Sanfins datam de 1895, realizadas por Francisco Martins Sarmento e José Leite de Vasconcelos.
Pode ainda conhecer mais desta cultura, dos artefactos encontrados na Citânia ao percorrer o Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, sito no Solar dos Brandões.

A história da Citânia está recheada de lendas e contos que nos fazem viajar até ao mundo das mouras encantadas ou dos penedos mágicos.

É um local de magia, de uma paisagem imensa onde, em dias de céu limpo, se consegue ver o mar.

Conseguimos aguçar-lhe a curiosidade??
Faça connosco esta viagem no tempo através do tour “História e Vinho”, onde para além da magia, poderá provar os melhores petiscos e vinhos da região.

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